sábado, 25 de fevereiro de 2017

Top 10 (Melhores Filmes do Oscar 2017)


Com uma seleção eclética e bem diversificada, a safra de filmes do Oscar 2017 é digna dos melhores elogios. Embora o ano passado não tenha sido tão rico em produções, os membros da Academia fizeram justiça e conseguiram dar o merecido destaque para os principais lançamentos da temporada. Indo de um aclamado musical à um poético filme independente, a premiação deu voz aos novos talentos, aos projetos mais plurais, trazendo um tempero que promete apimentar a disputa pela estatueta dourada. Dito isso, neste Top 10 iremos reunir os melhores filmes nomeados às principais categorias  do Oscar 2017. Ou seja, aos prêmios de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhores Roteiros Original e Adaptado, Melhor Fotografia, Melhores Atuações, Melhor Animação e Melhores Efeitos Visuais. Além disso, a lista contém apenas os filmes lançados em circuito comercial até o dia de hoje. Como um bônus, ao longo da matéria iremos apontar também o panorama dos filmes dentro da premiação, indicando os favoritos e aqueles que correm por fora. Desta forma, começamos com...

10º Estrelas Além do Tempo (3 Indicações)


Enérgico e inspirador, Estrelas Além do Tempo fascina ao revelar os inestimáveis feitos de um trio de mulheres à frente do seu tempo. Cuidadoso ao expor o clima de segregação racial nos EUA na década de 1960, o longa dirigido por Theodore Melfi (Um Santo Vizinho) se esquiva dos melodramas fáceis ao acompanhar a obstinada ascensão de três matemáticas negras dentro da NASA no auge da corrida espacial norte-americana. Com personagens multidimensionais e um argumento bem resolvido em mãos, o realizador desbrava com afinco os obstáculos superados pelas especialistas, indo além das expectativas ao tratar o preconceito dentro de um contexto mais moderno e velado. O resultado é uma película dona de uma luz própria. Uma obra atual e revigorante que se orgulha em jogar uma merecida luz sobre  uma poderosa história real. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Nenhum. 

10º Jackie (3 Indicações) 


Redundante enquanto recorte histórico, Jackie garante a sua relevância ao tentar entender o impacto da morte do presidente John F. Kennedy sob o intimista ponto de vista da sua primeira dama, a popular Jacqueline Kennedy. Conduzido com extrema elegância por Pablo Larraín (No), o longa utiliza o luto como o ponto de partida para um estudo de personagem mais amplo e complexo, um relato sobre a imensurável dor da perda, mas também sobre o valor da memória e a preocupação de uma esposa em manter vivo o legado do seu querido marido. Sem um pingo de condescendência, o realizador chileno é sutil ao transitar pelos temas mais espinhosos em torno da protagonista, entre eles o seu forte midiatismo, as suas frustrações matrimoniais e a sua fragilidade emocional diante deste caótico cenário, uma série de reflexivas questões habilmente costuradas dentro envolvente argumento. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhor Figurino. 
Corre por Fora: Nenhuma. 

9º Manchester à Beira Mar (6 Indicações)


Dono de uma fisionomia comum e um estilo de atuar geralmente comedido, Casey Affleck vem construindo uma filmografia singular em Hollywood. Ao contrario do seu irmão mais velho, o popular Ben Affleck, o talentoso ator preferiu se dedicar aos projetos menores e/ou independentes, daqueles que dificilmente ganham eco junto ao grande público. Intenso e explosivo em cena, Casey emplacou alguns excelentes trabalhos, entre eles o instigante Medo da Verdade (2007), o elogiado O Assassinato de Jesse James (2007) e o doloroso Amor Fora da Lei (2013). É no desconfortável Manchester à Beira-Mar, porém, que o ator encontra o personagem mais desafiador da sua enxuta carreira. Conduzido com naturalismo por Kenneth Lonergan, o longa incomoda ao desvendar o passado de um homem em busca de um recomeço. Com diálogos secos, personagens reprimidos e um nervoso senso de humor, este contido drama brilha ao traduzir o devastado estado de espirito do protagonista, contornando os problemas de ritmo ao acompanhar a intimista relação entre um carismático órfão e o seu apático tio. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhor Roteiro Original. 
Corre por Fora: Melhor Ator. 

8º Capitão Fantástico (1 Indicação)


Ensolarado e reconfortante, Capitão Fantástico surge como um sopro de esperança num momento turbulento. Conduzido com extrema delicadeza pelo versátil Matt Ross (Silicon Valey), o longa fascina ao acompanhar a incrível jornada de uma família pouco ortodoxa. A partir de um ponto de vista extremo e autoral, o realizador norte-americano expõe a maneira vazia com que estamos conduzindo as nossas vidas, se insurgindo, dentre outras coisas, contra o materialismo, o consumismo, a desigualdade e a ignorância e a degradante rotina urbana. Em sua essência, porém, Capitão Fantástico traz ingredientes bem mais humanos. Saindo em defesa da liberdade de pensamento e de valores que nem a mais cara instituição educacional é capaz de ensinar, Ross nos brinda com uma genuína ode aos vínculos familiares, ao amor fraternal. Uma mensagem única e emocionante que, impulsionada pela soberba atuação de Viggo Mortensen e do rejuvenescido elenco, nos faz refletir sobre os perigos em torno do nosso desgastante estilo de vida. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Nenhum. 

7º Zootopia: Essa Cidade é o Bicho (1 Indicação)


Reflexivo, inteligente e absolutamente virtuoso, Zootopia: Essa Cidade é o Bicho abraça a originalidade ao promover uma poderosa mensagem de integração e respeito às diferenças. Ainda que aqui ou ali o argumento deixe passar algumas soluções menos inspiradas, a Disney absorve de vez a engenhosidade da Pixar ao questionar, através de uma fábula universal, os perigos por trás do preconceito e dos rótulos sociais. E isso sem abrir mão da sua essência. Ou seja, mesmo dialogando com temas profundos e essencialmente urbanos, o estúdio preserva a sua tradição ao nos brindar com uma aventura mágica, um argumento extremamente bem humorado e um visual capaz de encantar até o mais experimentado fã do estúdio. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhor Animação.
Corre por Fora: Nenhuma. 

6º Moonlight: Sob a Luz do Luar (8 Indicações)


Um pequeno gigante, Moonlight: Sob a Luz do Luar é um filme raro. Dono de uma voz própria e imponente, o longa dirigido por Barry Jenkins fascina ao transitar por temas amplamente explorados dentro de um contexto intimista e absolutamente autoral. Com personagens marcantes e diálogos recheados de significado, esta realística pérola do cinema independente se revela um relato profundo sobre a marginalização dos sentimentos, sobre o impacto da repressão na rotina de um jovem negro e pobre inserido num ambiente opressivo. Impecável ao expor o círculo vicioso presente neste cenário desigual, o realizador norte-americano é sutil ao trazer para o centro da trama a questão do homossexualismo, indo além dos dilemas raciais ao acompanhar o amadurecimento de uma alma desamparada obrigada a encarar os sufocantes obstáculos impostos pela miséria e a intolerância. Através de uma abordagem quase naturalista, Jenkins esbanja delicadeza ao compor esta figura singular, um rapaz moldado pela realidade que o cerca, nos colocando no centro da trama ao escancarar os conflitos mais pessoais por trás deste complexo personagem. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado. 
Corre por Fora: Melhor Filme e Melhor Direção. 

5º A Qualquer Custo (4 Indicações)


Voraz e incisivo, A Qualquer Custo coloca o dedo na ferida ao revelar a derrocada dos maiores símbolos americanos. Numa cartada de mestre, o diretor David Mackenzie escolhe um gênero reconhecidamente 'yankee', o popular Western, para construir uma áspera critica envolvendo o impacto da crise financeira no antigo "coração" dos EUA. Sob um prisma atual e extremamente melancólico, o realizador escocês mostra propriedade ao não só traduzir os efeitos do capitalismo predatório no interior da América, como também ao expor a faceta mais retrógrada desta região, indo além das expectativas ao propor um panorama que diz muito sobre atual cenário politico norte-americano. Com um texto cínico e reflexivo em mãos, Mackenzie adota uma abordagem amoral ao narrar a jornada de dois irmãos que resolveram se insurgir contra o sistema, encontrando no meio do caminho as brechas necessárias para voltar a sua mira para temas espinhosos, entre eles o preconceito velado, a opressão das instituições financeiras e a banalização da violência. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Melhor Roteiro Original. 

4º Moana: Um Mar de Aventuras (2 indicações)


Dois dos grandes responsáveis pelo renascimento da Disney no final da década de 1980, Ron Clements e John Musker escreveram o seu nome na história do estúdio com sucessos do quilate de A Pequena Sereia (1989), Aladdin (1992), Hércules (1997) e o subestimado A Princesa e o Sapo (2009). Reconhecidos pela exuberância estética e pela musicalidade das suas animações, a aclamada dupla de realizadores sempre procurou nos brindar com projetos únicos e vigorosos, obras marcadas pelo forte teor aventuresco, pelos carismáticos personagens e pelo seu edificante conteúdo. Como podemos perceber no extraordinário Moana: Um Mar de Aventuras, mais um exemplar memorável da sua respeitada filmografia. Através de uma narrativa familiar aparentemente requentada, Clements e Musker bebem da mais pura essência do estúdio ao construir uma película triunfante, uma fábula mágica e visualmente poderosa sobre a nossa predatória relação com a natureza. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Nenhum. 

3º Star Wars: Rogue One (2 Indicações)


Intenso, sombrio e genuinamente empolgante, Star Wars: Rogue One faz jus ao substantivo bélico que dá título a esta poderosa franquia. No projeto mais autoral da saga desde o aclamado O Império Contra-Ataca (1980), o longa dirigido pelo promissor Gareth Edwards (Godzilla) instiga ao revelar o "trabalho sujo" por trás do roubo dos planos da Estrela da Morte, flertando com elementos mais humanos ao introduzir um novo e diversificado grupo de heróis. Mesmo limitado pela baixa classificação etária, o realizador é maduro ao escancarar o ambíguo jogo de espionagem e a violência presente nos bastidores do confronto entre a Aliança Rebelde e as forças do Império, nos fazendo enxergar o doloroso impacto da guerra sob um ponto de vista íntimo e profundo. E isso sem nunca abrir mão do fator entretenimento. Com personagens carismáticos e um roteiro sólido em mãos, Edwards equilibra aventura, drama e humor com rara espontaneidade, permitindo que as fantásticas cenas de ação e os impagáveis alívios cômicos dividam um respeitoso espaço com as emocionantes sequências mais sérias. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Melhores Efeitos Visuais. 

2º A Chegada (8 Indicações)


Trazendo na sua essência o DNA do gênero Sci-Fi, A Chegada é uma película maiúscula. Tensa, inteligente e constantemente reflexiva, a nova produção do arrojado Denis Villeneuve (Sicario, Os Suspeitos) esbanja sensibilidade ao transitar por assuntos tão complexos com extrema plenitude. Com uma premissa instigante em mãos, o diretor canadense utiliza uma enigmática invasão alienígena como o estopim para a construção de um relato humano e pacifista, um longa com múltiplas camadas capaz de abranger temas proporcionalmente contrastantes sem nunca perder o foco. Indo além dos dilemas recorrentes da ficção-científica, incluindo o medo do desconhecido e o velho dualismo razão\emoção, Villeneuve é primoroso ao apontar a sua contextualizada mira para a frágil relação entre as grandes potências globais, escancarando o distanciamento e as perigosas diferenças ideológicas com inegável sagacidade. É quando se volta para a intimista jornada da sua magnífica protagonista, porém, que o longa alcança um patamar realmente extraordinário, principalmente por dialogar com delicadas questões universais sob um ponto de vista absolutamente único. Leia a nossa opinião completa aqui.
Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Melhor Fotografia, Edição e Roteiro Adaptado. 

1º La La Land (14 Indicações)


Revigorante, puro e apaixonante, La La Land é, na falta de uma definição melhor, um clássico instantâneo. Com dois dos mais virtuosos astros da nova geração em mãos, o versátil Ryan Gosling e a radiante Emma Stone, o prodígio Damien Chazzele revisita uma fase áurea de Hollywood sob um prisma moderno e urbano, resgatando a magia dos clássicos musicais ao nos brindar com uma obra estética e narrativamente triunfante. Indo de encontro ao seu imponente último trabalho, o intenso e sufocante Whiplash: Em Busca da Perfeição, o jovem realizador esbanja doçura ao narrar a fascinante jornada de dois sonhadores, traduzindo os altos e baixos desta realista relação dentro de um contexto único, otimista e genuinamente universal. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhor Filme, Direção, Atriz, Fotografia, Trilha Sonora, Canção Original e Melhor Edição. 
Corre por Fora: Melhor Design de Produção, Figurino e Roteiro Original. 

Menções (muito) Honrosas

- Kubo e as Cordas Mágicas (2 Indicações)


Do visionário estúdio Laika, o mesmo dos excepcionais A Noiva Cadáver (2005), Coraline e o Mundo Secreto (2009) e Paranorman (2012), Kubo e as Cordas Mágicas é uma fábula comovente e esteticamente exuberante que fascina por sua inesperada densidade. Por trás da típica jornada do herói, o longa dirigido por Travis Knight esconde uma poderosa mensagem de amadurecimento, um argumento capaz de lidar com temas como a morte, a dor da perda, a fé e a responsabilidade precoce sob um ponto de vista lúdico e universal. Sem nunca subestimar a inteligência do espectador, o longa faz um excelente uso da rica cultura japonesa ao investir numa trama aventureira, mas recheada de simbolismos, permitindo que adultos e crianças possam criar uma sincera conexão com o pequeno Kubo. Leia a nossa opinião completa aqui.

Favorito: Nenhum. 
Corre por Fora: Melhor Animação.

- Mogli: O Menino Lobo (1 Indicação)


E a Disney conseguiu de novo. Após resgatar a aura mágica dos contos de fadas na versão live-action do clássico Cinderela (2015), o estúdio encanta outra vez ao fazer de Mogli - O Menino Lobo uma adaptação ainda mais selvagem e aventureira. Conduzido com categoria por Jon Favreau (Homem de Ferro), o longa equilibra passado e presente ao atualizar esta adorável fábula, respeitando a essência dos personagens ao promover uma releitura vibrante, autoral e visualmente primorosa. Não se engane, porém, com a aparente inofensividade da história. Além de ampliar o senso de perigo em torno dos protagonistas, a película adota um ponto de vista mais realista ao traduzir os dilemas do menino lobo, principalmente quando se propõe a colocar em cheque a relação entre o homem e a natureza. Felizmente, ainda que caminhe por um território mais sombrio em alguns momentos, Favreau em nenhum momento abdica da diversão, potencializada pelos espetaculares takes de ação, pelo expressivo cenário foto realístico e pela carismática presença do jovem Neel Sethi. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhoes Efeitos Visuais. 
Corre por Fora: Nenhuma. 

- Doutor Estranho (1 Indicação)


Após apresentar o seu fértil universo espacial no irreverente Guardiões da Galáxia (2014), a Marvel Studios tinha um último grande desafio cinematográfico pela frente: introduzir o complexo e peculiar cenário místico idealizado por Stan Lee e Steve Dikto. Pois bem, missão cumprida. Longe de ser "apenas" mais um filme de origem, Doutor Estranho fascina ao colocar o seu virtuosismo estético em prol da narrativa numa aventura completa e dinâmica. Mesmo com tantos termos, personagens e conceitos em mãos, o diretor Scott Derrickson (O Exorcismo de Emily Rose) mostra um invejável poder de síntese ao estabelecer tanto a jornada do egocêntrico super-herói, quanto o seu mundo de artefatos e encantamentos, popularizando a mitologia deste valioso protagonista com fluidez e riqueza de detalhes. Leia a nossa opinião completa aqui
Favorito: Nenhum.
Corre por Fora: Nenhuma.

- Lion (6 Indicações)


Inspirado na incrível história real de Saroo Brierley, um jovem de origem indiana que, após se perder do seu irmão e ficar vinte cinco anos longe de casa, reencontrou a sua família biológica com a ajuda do Google Earth, Lion é uma cinebiografia comovente e ao mesmo tempo desnivelada. Conduzido com louvável sutileza por Garth Davis, impecável ao explorar o sentimento dos personagens com comedimento e humanidade, o longa patina ao se dividir em duas metades tão distintas. Num primeiro momento, o realizador australiano é realista ao traduzir a desesperadora situação do pequeno Saroo, investindo numa abordagem crua e inocente ao investigar a dolorosa realidade de uma criança perdida em meio ao caos indiano. Quando o argumento resolver dar o esperado salto temporal, no entanto, a queda de ritmo é perceptível. Embora Dev Patel entregue uma atuação realmente singular, a película falha ao subaproveitar os complexos dilemas em torno do adulto Saroo, os esvaziando em detrimento da construção da aguardada jornada pessoal do protagonista. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Nenhum.
Corre por Fora: Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Fotografia.

- Até o Último Homem (6 Indicações)


Após dar uma série de polêmicas declarações antissemitas em 2006, Mel Gibson viu o seu prestígio despencar dentro da indústria de Hollywood. Por mais que o realizador tenha se mantido ativo na última década, entregando, inclusive, alguns competentes trabalhos, entre eles o thriller O Fim da Escuridão (2010) e o drama Um Novo Despertar (2011), o fato é que a estrela de Coração Valente precisava de um filme do porte de Até o Último Homem para receber um merecido "perdão". Embora seja o trabalho mais irregular do realizador por trás das câmeras, o longa estrelado pelo sensível Andrew Garfield cumpre a sua missão no momento em que decide propor uma visceral mensagem antibélica. Inspirado numa extraordinária história real, o astro australiano pesa a mão ao tentar transformar um altruísta herói de guerra numa figura messiânica, reduzindo o peso de algumas questões mais complexas ao se prender exageradamente ao pano de fundo religioso. Leia a nossa opinião completa aqui

Favorito: Melhor Edição de Som. 
Corre por Fora: Melhor Edição e Melhor Mixagem de Som. 

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