quarta-feira, 28 de junho de 2017

Top 10 (Grandes Filmes sobre o Universo LGBT)


Nesta quarta-feira, dia 28 de Junho, é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Apesar dos inegáveis avanços em torno da causa homossexual, esta festiva data segue sendo o estopim para uma importante reflexão acerca da intolerância e a violência contra gays, lésbica, bissexuais e transexuais. Longe de ser uma questão resolvida dentro da nossa sociedade, o preconceito vem sendo encarado por movimentos como a causa LGBT, um luta árdua e frequentemente retratada na indústria do entretenimento. Nos últimos anos, aliás, alguns realizadores têm assumido uma posição importante dentro deste processo de conscientização, encontrando no Cinema a plataforma ideal para o debate envolvendo a situação do homossexual dentro da nossa sociedade. E para celebrar esta importante data, neste Top 10 iremos fazer uma lista com os filmes sobre o universo LGBT que merecem ser conhecidos. Para isso, entretanto, irei deixar de fora os filmes mais populares, portanto você não irá ver aqui títulos como Rocky Horror Picture Show (1975), Priscila: A Rainha do Deserto (1994), Tudo Sobre Minha Mãe (1998), Meninos Não Choram (1999), O Segredo de Brokeback Mountain (2005) entre outros. Dito isso, começamos com... 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Loving

Uma verdadeira história de amor

Quem me acompanha aqui no Cinemaniac sabe que eu sou um grande fã do versátil diretor Jeff Nichols. Uma das vozes mais autorais e relevantes da nova geração em Hollywood, o norte-americano transita entre os gêneros com enorme desenvoltura, o que tem se tornado evidente na sua multifacetada filmografia. Um exímio contador de histórias, Nichols é o tipo de realizador que se encanta pela natureza humana dos seus personagens, pela pureza dos sentimentos, independente do gênero em que o filme esteja inserido. Foi assim no thriller dramático Separados Pelo Sangue (2007), no suspense psicológico O Abrigo (2011), no romance aventureiro Amor Bandido (2012), no Sci-Fi Destino Especial (2016) e no seu mais recente trabalho, o dramático Loving (2016). No projeto mais maduro da sua carreira, Nichols entrou no radar da Academia com um relato comedido sobre uma revoltante história real, um filme elegante e extremamente sensível sobre a faceta mais suja do preconceito racial. 

domingo, 25 de junho de 2017

Cinco Filmes (Daniel Day-Lewis)


Uma bomba para qualquer fã de cinema, a aposentadoria do ator Daniel Day-Lewis é uma daquelas notícias que a gente torce para ser desmentida. Segundo a informação da Variety, a derradeira produção do ator será Phantom Tread, o seu último trabalho com o diretor e velho parceiro Paul Thomas Anderson. De acordo com o representante do ator, Leslee Dart, Lewis "está imensamente grato com todos os colaboradores e o fãs que o acompanharam ao longo dos anos. É uma decisão privada e nem ele, nem seus representantes farão qualquer comentário futuro sobre o assunto". Dono de três estatuetas do Oscar, Daniel Day-Lewis fez parte de uma safra rara de realizadores. Ele é do tipo que prefere a qualidade à quantidade. Com um apurado faro para grandes personagens e uma filmografia singular, o recluso ator construiu o seu legado sem precisar apelar para a mídia, para o rótulo estrelar. O seu status veio única e exclusivamente do seu trabalho, da sua máxima dedicação e das suas elogiadas produções. Para celebrar a carreira deste verdadeiro monstro da arte de atuar, neste Cinco Filmes iremos lembrar de alguns dos grandes filmes da sua carreira, uma missão dificílima tendo em vista o elevado padrão de qualidade da sua obra. 

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Mulher-Maravilha bate a bilheteria de O Homem de Aço em solo norte-americano

Longa se torna também a maior bilheteria de um filme em live-action dirigido por uma mulher


Recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica, Mulher-Maravilha (leia a nossa crítica aqui) segue quebrando tabus nas bilheterias dos EUA. Superando todas as expectativas, o longa dirigido por Patty Jenkins precisou de pouco mais de vinte dias para bater a arrecadação total do popular O Homem de Aço (2013) em solo norte-americano. Segundo os números do site Box Office Mojo, a aventura estrelada pela israelense Gal Gadot já soma US$ 318 milhões no mercado doméstico, ultrapassando assim os US$ 291 milhões conquistados pelo primeiro grande lançamento do Universo Estendido da DC. A tendência, inclusive, é que nos próximos dias o longa se torne a maior bilheteria da nova fase da franquia nos EUA, superando os US$ 330 milhões conseguidos pelo oscilante Batman Vs Superman: A Origem da Justiça e os US$ 325 milhões faturados pelo frágil Esquadrão Suicida.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Baywatch: S.O.S Malibu

Humor com curvas

Sejamos bem sinceros. Reconhecida pelo "bailar" de corpos esculturais e pela inquestionável pobreza narrativa, a popular S.O.S Malibu era, já na época do seu lançamento, uma série com bem pouco a oferecer. Com David Hasselhoff e Pamela Anderson entre os protagonistas, o longínquo seriado noventista sobre um intrépido grupo de salva-vidas permaneceu no imaginário pop graças - basicamente - aos atributos físicos do elenco e a 'vibe' descolada\ensolarada proposta pelo show. Uma carência de conteúdo que, diga-se de passagem, explica muito dos problemas da versão "hollywoodiana" de Baywatch, um remake descerebrado que se sustenta no talento cômico da dupla Dwayne Johnson e Zac Efron. Embora acerte ao abraçar o tom satírico, a única alternativa viável para a "adaptação" do raso produto original, o longa dirigido por Seth Gordon (do divertido Quero Matar meu Chefe) vacila ao se levar exageradamente a sério, ao buscar um frágil equilíbrio entre a zoação e a reverência, realçando o aspecto mais brega da série ao investir num argumento genérico e rocambolesco. Uma misturada irregular que, beldades à parte, encontra o seu rumo no momento em que decide rir do material fonte e da ridícula relação entre um salva-vidas superprotetor e um problemático ex-medalhista olímpico.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Herança de Sangue

Tal pai, tal filha

Apesar da aparência requentada, Herança de Sangue foge do lugar comum ao mostrar a violência de maneira crua e realística. Conduzido com extrema elegância pelo diretor Jean-François Richet (Assalto ao 13º Distrito), o longa se esquiva dos clichês redentores ao expor o círculo vicioso por trás do mundo do crime, indo além das expectativas ao dar uma pegada intimista a uma premissa amplamente utilizada em Hollywood. Por mais que as sequências de ação sejam recorrentes e impactantes, a película ganha elementos mais autênticos no momento em que decide se aprofundar na disfuncional relação entre um péssimo exemplo de pai e a sua ardilosa filha, dando ao intenso Mel Gibson e a carismática Erin Moriarty a possibilidade de construir um arco familiar sincero e indiscutivelmente cativante. 

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Diretor de Rocky e Karate Kid, John G. Avildsen morre aos 81 anos


Um dos primeiros a enxergar o potencial do hoje astro Sylvester Stallone, o diretor John G. Avildsen faleceu nesta sexta-feira (16), aos 81 anos, vítima de um câncer no pâncreas. A informação foi divulgada pelo também cineasta Derek Wayne Johson, que dissecou a carreira de Avildsen no documentário inédito The King Of Underdogs (O Rei dos Vira-Latas). Um título que, verdade seja dita, diz muito sobre os grandes personagens da carreira deste realizador. Após trabalhar como assistente de diretores como Otto Preminger (Êxodo) e Arthur Penn (Bonnie e Clyde), John G. Avildsen conquistou status em Hollywood com os elogiados Joe (1970) e Sonhos do Passado (1973). O grande trabalho da sua carreira, entretanto, viria anos mais tarde com o cultuado Rocky: Um Lutador (1976).

Brooklyn

Entre a razão e a emoção

Belo e revigorante, Brooklyn é um filme apaixonante, um romance delicado e genuinamente feminino que surgiu como um radiante facho de luz no acinzentado radar de Hollywood. Fiel ao padrão de qualidade do cinema britânico, reconhecidamente uma fonte de inspiração dentro deste desgastado segmento, o longa dirigido por John Crowley se revela uma história extremamente humana, um relato comovente sobre uma jovem dividida entre a razão e a emoção. Sem nunca julgar as atitudes dos seus personagens, o realizador irlandês esbanja sensibilidade ao falar sobre o amor no seu sentido mais amplo, indo além dos açucarados clichês românticos ao valorizar sentimentos tão puros. Impulsionado pelo fantástico roteiro e pela acolhedora atmosfera cinquentista, Crowley constrói uma película recheada de predicados estéticos e narrativos, uma obra com natureza otimista capaz de nos fazer enxergar o melhor do ser humano. Além disso, o longa é inteligente ao acompanhar a ascensão de uma independente figura feminina, a origem do arquétipo da mulher moderna, um arco relevante defendido com maestria pela talentosa jovem Saoirse Ronan.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Domhnall Gleeson vive o criador do Ursinho Pooh no comovente trailer de Goodbye Christopher Ryan


Inspirado na história do escritor A.A Milne, o homem por trás do popular Ursinho Pooh, Goodbye Christopher Ryan desponta como mais um dos ótimos trabalho do talentoso Domhnall Gleeson. Com faro apurado para os grandes papéis, o ator de Questão de Tempo, Ex-Machina, Star Wars: O Despertar da Força e Brooklyn mostra a sua veia dramática ao traduzir o processo criativo do escritor britânico. Dirigido por Simon Curtis, do elegante A Dama Dourada (leia a nossa crítica aqui), o longa irá revelar a relação entre o autor e o seu pequeno filho C.R Milne, a principal fonte de inspiração para a criação de personagens como o simpático ursinho Pooh, o peralta Tigrão, o afetuoso Leitão e o desastrado Bisonho. Trazendo ainda as ótimas Margot Robbie e Kelly McDonald no elenco, Goodbye Christopher Robin tem previsão de estreia para Outubro nos EUA. Confira abaixo o comovente trailer.

Mel Gibson e John Lithgow roubam a cena no primeiro trailer de Pai em Dose Dupla 2


Uma das mais lucrativas surpresas de 2015, a continuação da comédia Pai em Dose Dupla ganhou o seu primeiro trailer. E ao que tudo indica teremos um novo sucesso. Disposto a repetir a estrutura do longa original, o filme novamente dirigido por Sean Anders colocará frente a frente dois pais totalmente diferentes num encontro familiar que promete boas risadas. Aqui, porém, a rixa não será entre pai (Mark Wahlberg) e padrasto (Will Ferrell). Mas entre os avôs de pai (Mel Gibson) e padrasto (John Lithgow). Os dois veteranos, aliás, roubam a cena na engraçadíssima prévia, mostrando que a continuação tem muito potencial e qualidade. Trazendo ainda a modelo brasileira Alessandra Ambrosio (Verdades Secretas) e o ex-lutador John Cena (Descompensada), Pai em Dose Dupla 2 tem previsão de estreia para Novembro nos EUA.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

Top 10 (Romances Noventistas)


Como de costume aqui no blog, o Dia dos Namorados se tornou a data perfeita para escrevermos sobre os romances cinematográficos. Nos últimos anos nós lembramos dos romances mais realistas, das relações ficcionais mais sinceras e até mesmo das novas histórias de amor. Para não perder o hábito, neste Top 10 iremos lembrar de alguns dos grandes sucessos do gênero na década de 1990, um período realmente próspero para as produções românticas. Como você pode perceber na lista abaixo. 


domingo, 11 de junho de 2017

Lançado na "hora perfeita", Mulher-Maravilha cruza a barreira dos US$ 400 mi nas bilheterias


Há dez dias em cartaz, Mulher-Maravilha já pode ser considerado um sucesso de público e crítica. Apesar das incertezas em torno do projeto, o mais novo lançamento do Universo Cinematográfico da DC colocou fim aos tabus envolvendo a presença feminina neste concorrido gênero. Após anos convivendo com o estigma que os filmes de super-heróis estrelados por mulheres não eram rentáveis, uma falácia justificada por filmes péssimos (entenda Mulher-Gato, Elektra e afins), Mulher-Maravilha precisou de pouco menos de dez dias para cruzar a barreira dos US$ 400 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. Segundo os dados do site Box Office Mojo, o filme fechou o segundo final de semana novamente no topo das bilheterias americanas com expressivos US$ 57 milhões, chegando a US$ 227* milhões somente nos EUA e a US$ 460* milhões ao redor do mundo. Números expressivos e que dizem muito sobre a importância da película na busca por representatividade feminina neste popular segmento. Uma das principais responsáveis pelo sucesso da película, a diretora Patty Jenkins (The Killing) defendeu a relevância do projeto e a importância dele ter sido lançado no momento ideal. "É incrível, porque parece uma busca muito longa. Eu gostaria que o filme tivesse acontecido há tempos por muitas outras razões, mas acho que essa era a oportunidade, a hora perfeita, e adorei que as pessoas o abraçassem por esse motivo", confirmou a diretora em entrevista ao apresentador Conan O'Brien.



Para ela, a Mulher-Maravilha é uma super-heroína universal e defende uma mensagem que, por si só, já é simbólica. "Ela é um super-herói para todos. Eu (Diana Prince) sou uma incrível badass, eu posso fazer todas essas coisas. Mas, na verdade, eu não estou aqui para isso. Estou aqui para inspirar você que ser um herói é algo maior que isso, e acreditar no amor e na melhoria da humanidade". completou Jenkins. Responsável por dar vida a esta icônica super-heroína, Gal Gadot compartilhou do mesmo sentimento e fez questão de expor a sua visão sobre o pano de fundo feminista proposto pelo longa. "Em qualquer caso, há um mal entendido sobre o conceito. O feminismo é sobre igualdade, escolha e liberdade. E os escritores, Patty e eu, descobrimos que a melhor maneira de mostrar isso é mostrar a Diana como não tendo consciência de papéis sociais. Ela não tem limites de gênero. Para ela, todos são iguais." revelou a atriz israelense ao jornal New York Times. Ainda na entrevista, Gadot ressaltou a importância do filme junto as mulheres, mas admitiu a esperança que a sua Mulher-Maravilha dialogue também com o público masculino. "Tenho certeza de que o filme inspirará as meninas, mas você não pode capacitar as mulheres sem capacitar os homens. Espero que a Mulher Maravilha também seja um ícone para eles." Em sintonia dentro e fora dos sets de filmagem, Patty Jenkins e Gal Gadot fizeram de Mulher-Maravilha o filme que o universo dos super-heróis precisava, uma obra comovente e empolgante capaz de dar representatividade ao público feminino sem esquecer de preencher os principais pré-requisitos do gênero. Leia a nossa crítica completa aqui e não deixe de conferir o nosso artigo sobre a ascensão do protagonismo feminino no Cinema Blockbuster.

*Números atualizados no dia 15\06

sábado, 10 de junho de 2017

Artistas e amigos lamentam a morte de Adam West nas redes sociais


A morte do querido Adam West, o homem por trás do Batman mais divertido da Cultura Pop, comoveu uma geração de fãs que cresceram assistindo as peripécias do Homem-Morcego. Responsável por protagonizar a popular série Batman (1966-1968), West faleceu na noite de ontem (09), aos 88 anos. As causas da morte não foram divulgadas. Influenciados por este popular seriado, alguns "fãs famosos" utilizaram as suas redes sociais para prestar uma última homenagem a este querido ator. Um aficionado pelo universo dos super-heróis, Kevin Smith usou o Instagram para admitir que o Batman de West o "fez querer ser uma boa pessoa quando era garoto". "O Batman de Adam West foi meu primeiro Batman aos 4 anos. Sua atuação era considerada exagerada por muitos, mas para mim é assim que os verdadeiros heróis falam. Um amor eterno pelo personagem começou com a interpretação do Sr. West do ele chamou, 'Cavaleiro Iluminado', ao invés de 'Cavaleiro dos Trevas'. (...) Ele era feito de puro amor e alegria. Ele permaneceu sendo meu herói mesmo na vida adulta, sendo também um modelo de como interagir com os fãs." sintetizou Smith.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Confira o descolado primeiro teaser de Pantera Negra


Narrado pelo antagonista Ulysses Klaue (Andy Serkis), o primeiro trailer de Pantera Negra mostrou que a Marvel não está para brincadeiras. Com um visual estilizado e uma pegada descolada, a prévia introduz a 'hi-tech' Wakanda e os obstáculos enfrentados pelo príncipe T'Challa\Pantera Negra (Chadwick Boseman). Além de estabelecer este novo cenário e o novo super-vilão, o exilado N'Jadaka (Michael B. Jordan) o trailer mostra o quão 'badass' é o novo herói do estúdio, vide as impactantes sequências de ação e o seu incrível uniforme. Sob a batuta pop de Ryan Cogler, evidente já na primeira prévia, Pantera Negra tem previsão de estreia para Fevereiro de 2018. Confira abaixo o empolgante trailer. 

 

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Cinemaniac Indica (Dutch: De Volta para Casa)


Uma verdadeira pérola das sessões vespertinas na década de 1990, Dutch: De Volta para Casa (1991) é uma das mais subestimadas produções do cultuado John Hughes. Pai de algumas das melhores comédias oitentistas, entre elas Gatinhas e Gatões (1984), Clube dos Cinco (1985), A Garota de Rosa Shocking (1986), Curtindo a Vida Adoidado (1986) e Antes Só do que Mal Acompanhado (1987), o saudoso realizador norte-americano se tornou uma das mais influentes vozes de um gênero, justamente por conseguir realçar a questão humana por trás das suas descompromissadas produções. Mestre na arte de fazer rir, Hughes se preocupava em ir além, equilibrando humor e realidade ao preencher as suas singulares obras com temas mais densos, a maioria deles envolvendo conflitos familiares, dilemas geracionais e os obstáculos em torno do amadurecimento. Inserido neste contexto, Dutch cativa ao revelar as desventuras de um garoto esnobe obrigado a sair da sua nobre "bolha" pela primeira vez na sua vida. Sob a batuta do australiano Peter Faiman (Crocodilo Dundee), o longa é criativo ao traduzir os altos e baixos em torno da jornada de descobertas do guri, encontrando na entrosada dupla Ed O'Neil (Modern Family) e o Ethan Embry (The Wonders) a versatilidade necessária para dar contornos humanos a este hilário 'road movie'. 

domingo, 4 de junho de 2017

Top 10 (As Heroínas mais Respeitadas do Cinema)


De longe o ponto alto do ainda hoje comentado Batman Vs Superman: A Origem da Justiça, a indomável Mulher-Maravilha chega para por um fim na balela que super-heroínas não vendem ingresso. Com Gal Gadot no papel consagrado na televisão pela inesquecível Linda Carter, a amazona Diana Prince já merece entrar para a seleta lista das heroínas mais poderosas da sétima arte. Superando as incertezas em torno da sua escalação, a dedicada atriz israelense não titubeou dentro de um universo majoritariamente masculino e absorveu o misto de imponência, carisma e coragem da princesa com enorme desenvoltura. Impulsionada pelos empolgantes riffs da trilha composta por Junkie XL e Hans Zimmer, Gal Gadot não encontrou dificuldades para se tornar "A" Mulher-Maravilha dos cinemas, colocando a dobradinha DC\Warner na vanguarda dos filmes de super-heróis estrelados por mulheres. Antes de Diana Prince, porém, outras grandes heroínas já ganharam espaço no mundo da cultura pop. Com a estreia do aguardado Mulher-Maravilha (leia a nossa crítica aqui), neste Top 10 iremos lembrar de algumas das heroínas mais respeitadas do cinema. Na lista, porém, irei respeitar a faceta mais altruísta do gênero, portanto deixarei de fora figuras como a letal Nikita (Anne Parillaud) e a vingativa Bride de Kill Bill (Uma Thurman). 

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